sábado, 5 de junho de 2010

TENHO FRIO


As horas são implacáveis
E a noite, eterna me parece
Abissal tormenta me assola
E a esperança quase perece

Longa madrugada silenciosa
Sinto frio, mas ainda te espero
Sem você, não há alvorecer
Meu futuro é um mistério...

Tenho febre e você é meu remédio
Você me quer tanto quanto te quero
Então meu amor, acorda, já é hora
Faça do sonho a realidade do agora

Meu corpo só quer sentir
Todo o encanto e magia
Te sentir aconchegado
Nos recônditos de mim

Com teus prazeres outonais
Perfuma minh'Alma vazia
Seja a razão dos nossos dias
Dê ao nosso Amor carta de alforria...
Flor da Vida
Veja este e outros texto da autora em Recanto das Letras

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